Edit Template

Os afetos em tempos de pandemia | Carolina Machado Borges

A partir de dezembro de 2019 , o mundo foi desafiado pela crise pandémica originada pela SARS- COV-2, iniciada na China esta crise foi sentida a  todos os níveis e como tal as relações familiares não ficaram de fora.

Esta pandemia destruiu várias vidas em especial os grupos mais vulneráveis, as pessoas idosas assim como pessoas que padeciam de alguma patologia. (insuficiência cardíacas, diabetes).

M. de L. Silva Viana & Lima (2020) verificaram que os impactos da SARS- COV-2 foram desde o isolamento, sentimentos de solidão, desesperança assim como de depressão.

Nesta época foram desenhadas novas rotinas, desde restrição das visitas para diminuir o risco de infeção, em que o contacto com os familiares foi reduzido,  afetando o bem-estar dos idosos. ( Estabrooks et al., 2020)

Priorizou-se  mais os espaços exteriores para  os idosos pudessem receber os seus familiares  e a tecnologia passou a ter um papel fulcral para que a conexão permanecesse entre os idosos e os seus entes  queridos .( Ickert et al., 2020; Lester et al, 2020).

Mallon 2000, explicou que nos casos dos idosos mais carentes de apoios familiares, para compensar essa carência transfeririam  para os profissionais do lar esse carinho sentido tanto por os seus filhos assim como pelos os netos.

Além dos afetos entre as pessoas é necessário o apoio, procurando estabelecer habilidades interpessoais como a compaixão, a empatia e sensibilidade interpessoal na relação com o outro, explica Hernandis. S. (2020).

No entanto, os afetos são sempre recomendáveis tanto em tempos de pandemia como no dia a dia, considerando -se, assim, que os afetos são intemporais.

 

24-02-2024

 

 

 

Carolina Machado Borges

 

 

 

 

 

 

 

 

Partilha este artigo...

Edit Template
Edit Template