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Fome emocional | Carolina Machado Borges

Embora não seja considerada como um distúrbio alimentar  é igualmente 

 prejudicial ao organismo.

  Um dos problemas associados á fome emocional é a ansiedade por comer. 

  Nestes casos as pessoas veem a comida como recurso para se conseguirem 

sentir saciadas,  levando-as a comer compulsivamente e a  adquirir condutas que colocam em  risco a sua saúde. 

  A comida tem o papel de efeito placebo em que soluciona a situação a curto 

prazo de forma a focar a de atenção na situação que gera mal-estar.

  O que fazer em relação á fome emocional?

  Quando a fome emocional começa a ter dimensão patológica, levando a condutas disfuncionais ( a pessoa começa a comer desmedidamente)  o que se pode fazer ?

– ser consciente das sensações corporais discernindo a fome física da fome emocional, 

praticando uma alimentação consciente “mind eating”

  Martínez, V. faz a distinção entre fome física e a fome emocional:

Fome física

– Ativada através da necessidade fisiológica de forma a que se cubram as necessidades

 energéticas do organismo.

– Aparece gradualmente .

– Sensação de saciedade sempre e quando a comida é ingerida de forma suficiente no organismo.

– Satisfação face a qualquer alimento.

Fome emocional

-aparece de forma repentina  mesmo quando a pessoa já se sente saciada.

– ativa-se através de um estímulo interno /externo criando impacto emocional.

– obriga a ingestão de um alimento em particular.

Para fazer face a fome emocional aconselha-se trabalhar a gestão emocional de 

forma a compreender as emoções  e saber como canalizar-las de forma saudável.

” A força de viver não  está na comida do dia-a dia, mas sim na esperança de amar.

 

13 de janeiro de 2023

 

 

 

Carolina Machado Borges

 

 

 

 

 

 

 

 

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