Há muito tempo atrás ouvi o Dr Augusto Cury falar sobre cárcere privado. Mas meu ser ainda não havia se conectado a esta palavra. “Cárcere privado” Hoje mais do que nunca entendo estas duas palavras tão simples, que podem nos levar há um abismo profundo de dor, solidão, desesperança, preocupação, angustias desnecessárias, ansiedade profunda, medo de qualquer
coisa, atrelado a culpa, esta sim, nos prende pelo calcanhar e não permite que cresçamos e sim permanecemos naquela exata situação por longos e longos anos.
Existem pessoas que nunca conseguem quebrar as correntes da culpa e do medo, e por isto acabam tendo uma vida miserável.
São inúmeras as dores que poderia mencionar aqui, mas sei que todas estas nos levam há um lugar de prisão absoluta. Esta prisão ilusória, mas muito real nunca me deixou ver a vida como ela é, nunca me liberou para os dias em que poderia fazer a diferença em minha vida.
Sabe porque digo isto! Por que sei que quando estamos vivendo em uma cela mental, não podemos desfrutar verdadeiramente do presente. Porque ele se torna um fardo, e dentro deste emaranhado de sentimentos não tem lugar para o belo, para a gratidão e alegria de saber mergulhar nesta fonte de saúde e alegria.
Eu vejo a fonte como um rio, no início ele jorra agua cristalina, pura, cheia de energia e na temperatura certa para bebermos e nos limparmos, mas conforme ele vai correndo e se encontrando com outros rios, ela vai recebendo inúmeras energias de lugares ruins e bons, então aquela fonte juntamente com outras se transformam em um grande rio, e quando chegam em um determinado momento este rio já está tão contaminado que não sabe mais de onde veio e nem pra onde vai, simplesmente vai no impulso dele e dos outros .
Este rio já não gera mais vida. Não gera mais a abundância para qual ele foi criado pela mãe natureza. Falo de um rio para simplificar minha lamentável contaminação conforme os anos foram passando, e por isto me comparo a esta fonte.
E é exatamente neste momento que percebo, se não voltar para o início de minha criação não vou conseguir me resgatar e abrir as correntes das celas. Sim celas no plural! Adquiri várias ao longo de minha vida por ter me esquecido de quem sou e para onde vou.
Esqueci, por somente estar vivendo nestes emaranhados das correntezas das misturas de vários rios. Que também por sua vez não sabem para onde estão indo. E por outro lado os que sabem, não conseguimos nos unir a eles, porque não conseguimos enxergar ainda.
Mas, quando você começa a ter noção de que tem algo errado, já entrou no autoconhecimento, e o próximo passo é buscar sem cessar, até entender seu caminho neste mundo.
No início é muito ruim, pois, você não sabe nada e nem para onde quer ir, claro ficou perdida uma vida toda e não será tão fácil assim. Mas será possível, e por ser possível, já me fortaleço.
Conhecer as leis de pertencimento é fundamental, para abrirmos estas portas, no meu caso precisei entender que o medo e a culpa são as duplas que mais me prenderam dentro de mim mesma.
Sempre ouvia as pessoas falando, você precisa se amar, sim ok vou me amar, mas como amar alguém tão mal quanto eu? Que amor é este que eles falam. Então olhava no espelho e tentava me conformar e dizer que estava linda e maravilhosa. Claro que em alguns momentos funcionava e em outros não.
Mas já era justo naquele momento aonde a visão ainda era bem limitada. Eu nem sabia, mas ali já começou meu processo de liberdade, por mais que falhasse, mas já era um passo dentro de tudo que sentia. Já era um passo para saber que não funcionava comigo como forma de cura.
Há muito tempo atrás ouvi o Dr Augusto Cury falar sobre cárcere privado. Mas meu ser ainda não havia se conectado a esta palavra. “Cárcere privado” Hoje mais do que nunca entendo estas duas palavras tão simples, que podem nos levar há um abismo profundo de dor, solidão, desesperança, preocupação, angustias desnecessárias, ansiedade profunda, medo de qualquer coisa, atrelado a culpa, esta sim, nos prende pelo calcanhar e não permite que cresçamos e sim permanecemos naquela exata situação por longos e longos anos.
Existem pessoas que nunca conseguem quebrar as correntes da culpa e do medo, e por isto acabam tendo uma vida miserável.
São inúmeras as dores que poderia mencionar aqui, mas sei que todas estas nos levam há um lugar de prisão absoluta. Esta prisão ilusória, mas muito real nunca me deixou ver a vida como ela é, nunca me liberou para os dias em que poderia fazer a diferença em minha vida.
Sabe porque digo isto! Por que sei que quando estamos vivendo em uma cela mental, não podemos desfrutar verdadeiramente do presente. Porque ele se torna um fardo, e dentro deste emaranhado de sentimentos não tem lugar para o belo, para a gratidão e alegria de saber mergulhar nesta fonte de saúde e alegria.
Eu vejo a fonte como um rio, no início ele jorra agua cristalina, pura, cheia de energia e na temperatura certa para bebermos e nos limparmos, mas conforme ele vai correndo e se encontrando com outros rios, ela vai recebendo inúmeras energias de lugares ruins e bons, então aquela fonte juntamente com outras se transformam em um grande rio, e quando chegam em um determinado momento este rio já está tão contaminado que não sabe mais de onde veio e nem pra onde vai, simplesmente vai no impulso dele e dos outros .
Este rio já não gera mais vida. Não gera mais a abundância para qual ele foi criado pela mãe natureza. Falo de um rio para simplificar minha lamentável contaminação conforme os anos foram passando, e por isto me comparo a esta fonte.
E é exatamente neste momento que percebo, se não voltar para o início de minha criação não vou conseguir me resgatar e abrir as correntes das celas. Sim celas no plural! Adquiri várias ao longo de minha vida por ter me esquecido de quem sou e para onde vou.
Esqueci, por somente estar vivendo nestes emaranhados das correntezas das misturas de vários rios. Que também por sua vez não sabem para onde estão indo. E por outro lado os que sabem, não conseguimos nos unir a eles, porque não conseguimos enxergar ainda.
Mas, quando você começa a ter noção de que tem algo errado, já entrou no autoconhecimento, e o próximo passo é buscar sem cessar, até entender seu caminho neste mundo.
No início é muito ruim, pois, você não sabe nada e nem para onde quer ir, claro ficou perdida uma vida toda e não será tão fácil assim. Mas será possível, e por ser possível, já me fortaleço.
Conhecer as leis de pertencimento é fundamental, para abrirmos estas portas, no meu caso precisei entender que o medo e a culpa são as duplas que mais me prenderam dentro de mim mesma.
Sempre ouvia as pessoas falando, você precisa se amar, sim ok vou me amar, mas como amar alguém tão mal quanto eu? Que amor é este que eles falam. Então olhava no espelho e tentava me conformar e dizer que estava linda e maravilhosa. Claro que em alguns momentos funcionava e em outros não.
Mas já era justo naquele momento aonde a visão ainda era bem limitada. Eu nem sabia, mas ali já começou meu processo de liberdade, por mais que falhasse, mas já era um passo dentro de tudo que sentia. Já era um passo para saber que não funcionava comigo como forma de cura.
Então tropeçando aqui e ali, não desisti pelo simples fato de não aguentar viver daquele jeito.
Não aguentava mais aquela vida medíocre, vazia e sem existência plena. Vou confessar que meu processo foi até hoje lento, que pensei em desistir várias vezes, mas encarei que precisava beber em outras fontes por mais que não soubesse quais eram, mas precisava.
Não era mais só para mim e sim por minha filha. Naquela época não sabia que me conhecer não era somente gritar em frente um espelho ou pensar positivo (tudo isto é valido lógico) mas para ser mais explicita ainda, precisamos ir mais fundo, somente assim, nos tiraremos da prisão mental.
Sabe como vejo este cárcere! Eu dentro de uma jaula escura, gritando, chorando e completamente apavorada e não encontrando saída ou alguém que me tirasse ou tire dali.
Eu vejo a porta trancada, com correntes e um cadeado, e ao ver esta fechadura nem tento chegar lá perto, pois, sei que não tem jeito de sair. Então quando o dia amanhece olho para os,lados e encontro muitas pessoas em suas celas e coloco minha esperança e expectativas nelas.
Logo penso! Bom acho que esta pessoa pode me ajudar, afinal ela é incrível e tem tudo que eu não tenho. A partir deste momento criei mais uma cela dentro da outra cela. Colocar o outro acima de mim, já me desmerece e não faz com que eu olhe realmente para o que me incomoda.
Sempre admirei as pessoas por terem habilidades que nunca tive, dentre elas a beleza.
(Colocava como uma habilidade de sucesso). Que em muitos momentos me incomodou profundamente sempre pensava que para ser amada era preciso ser bonita. Ao ser elogiada e desejada pela aparência criei um mundo a parti e posso confessar que é muito doloroso nos libertar dele (estou ainda em processo)
Buscando em minhas memórias, descobri que sempre fui muito comparada ao meu pai e sempre de uma forma negativa e a única positiva era que ele era um homem bonito.
E neste processo, quando fui ficando mais mocinha, as pessoas me elogiavam por me acharem bonita, então achava que a beleza era a fonte viva de meu ser, e que somente desta maneira poderia ser feliz, e talvez amada por aqueles que mais próximos me comparava ao meu pai. A beleza se tornou uma maneira de ser bem “sucedida”. Maneira de conseguir, bons empregos e bons namorados.
Só que tudo era muito contraditório, pois, ao mesmo tempo que me sentia um máximo, me sentia um rio transbordando de lixos tóxicos. E isto era ainda mais forte, quando encontrava alguém que julgava mais bonita que eu, e neste exato momento me fechava e voltava para dentro de minha cela privada, construindo mais uma cela.
Estas comparações me destruíam, me levando a não me achar capaz de fazer absolutamente nada sozinha, sempre precisava de muletas para ir, sempre precisava de aprovações de qualquer um. A indecisão tomou parte de mim, neste contexto de minha existência a validação do outro já era algo fundamental para minha vitalidade tóxica. Bem vinda! Mais uma cela.
Com tantas necessidades inescrupulosas e totalmente pautada na vontade alheia, me tranquei em um mundo de celas chegando ao ponto de não querer mais viver, a vida já não tinha mais sentindo para mim.
Afinal, me maltratava tanto, mas era somente por falta de conhecimento e neste emaranhado acreditava que quem me maltratava era o próximo. Claro, ele decidia minha vida e minhas verdades. E ao voltar em minhas memorias vi que não estava errada em pensar desta maneira, sabe por que? Eu permitia a invasão e nunca soube me proteger das influencias de outros rios.
Os outros rios, também tem suas prisões e aflições não declaradas, e por isto já imaginou a bagunça. Hoje percebo que para sair de minhas prisões mentais preciso ter bem definido em mim, de onde vim e para onde quero ir.
Não é nada grandioso saber fazer isto, em meu caso precisei de ajuda para entender sobre, amor, sabe o amor que você não tem por você mesmo e que também não encontra em nenhuma outra pessoa? Então passei anos correndo atrás.
Mas nestes anos de busca enxerguei alguém, “Jesus” sim Ele mesmo, mas não este religioso preso dentro de uma caixinha chamada religião. Encontrei em Jesus meu amor universal, meu mestre, meu guia, minha fonte de agua viva. Comecei a me conectar com seus ensinamentos.
Então passei a entender de onde vim e para onde quero ir. E o amor começou a fluir em mim.
E eu comecei a me sentir amada verdadeiramente pelo Deus criador de todas as coisas (sou amada e ponto) a partir deste momento, me sinto mais forte para o processo! Nós nunca estamos sozinhos e é fantástico sentir este amor celestial.
Não busquei em igrejas ou templo este ensinamento, nunca me identifiquei com as regras e normas impostas por eles. Comecei a ver palestras no youtube, primeiro as palestras espiritas, depois as protestantes, algumas católicas e outras formas de espiritualidades. Comecei a enxergar verdadeiramente Jesus, mas ainda sem grandes clarezas, foi aí que pedi ajuda à uma amiga Cristã, e vem sendo de grande valia para mim.
Busque sua conexão espiritual, não importa se dentro de uma religião, mas busque algo que acalme sua mente e faça você refletir sobre quem você é, e que neste caminho há muita esperança para você. A esperança nos faz chegar no amor e no final é somente isto que importa.
Existe muitos ensinamentos por aí, basta você se esforçar para conhecer o que gosta e então vai encaixar o eixo, corpo, mente, alma e espirito. Ainda estou no propósito da busca, mas me sentir amada foi e será a base para o encontro com o que busco.
Após me sentir mais forte comecei a pensar em todas as coisas que preciso fazer para libertar minha mente das amarras. É tão interessante que se você fizer o exercício de se conectar com o altíssimo, as coisas que precisa vira de encontro com você.
O primeiro passo é saber que não está bem e precisa de ajuda, o segundo passo é se conectar com a fonte criadora de todas as coisas e deixar fluir o amor que vem de Deus, somente Ele tem o verdadeiro amor, nós somos apenas um canal para a fluidez.
7 de janeiro de 2023
Dra. Joana Costa
Olá eu sou a Joana Costa, mulher igual a você, com todos os desafios de ser mãe, esposa, filha, irmã, tia, nora, entre várias outras funções dentro da rotina.
Sempre fui uma incansável estudiosa de comportamentos humanos, que começou por uma grande indignação de tantas dores que sentia e por ver tantas pessoas sofrendo com as suas dores e enfermidades.
O incómodo era muito grande em meu coração por não encontrar respostas para as perguntas que tinha, então aos poucos os livros foram a chegar, e com eles o inicio de um novo despertar. Me veio um desejo latente em encontrar alguém que me salvasse de mim mesma, me resgatasse das dores, então eu descobri que as respostas estavam dentro de mim e que somente eu poderia me resgatar , me acolher e me curar.
Continuei investindo no meu autoconhecimento e no estudo de técnicas e ferramentas poderosas, como a Psicanálise Integrativa, Linguagem do corpo Egípcia e Terapia de Yoni Eggs.
Além do aprofundamento conceitual / teórico dessas linhas, as vivenciei e pude sentir e comprovar todos efeitos e resultados.
Essa jornada me mostrou que não foi uma ou outra técnica, utilizada isoladamente, que resolvia as minhas questões, mas o conjunto delas e, junto com a minha verdadeira intenção e abertura para olhar para as minhas questões e resolver-las.
E foi realizando todos esses experimentos e formacoes, que já duram mais de 20 anos, que descobri o meu propósito de vida, ajudar pessoas a trilharem o seu caminho de cura de dores profundas e autoamor. E foi a paritr disso que cheguei no meu projecto” O Despertar da Leoa“.
“O Despertar da Leoa” , nasceu no intuito de ajudar mulheres a se conectar como o seu caminho através da sua intuição, e do seu sentir . Se conectar com o que tem de más sagrado que são os seus sentimentos, sem julgamentos.
Aqui vamos aprender a respeitar nossas emoções, nossas dores, nossas conquistas, nossos fracassos, e aprender o autoamor, na prática. Através destes movimentos aprendemos a nos amar e nos aceitar exatamente como somos.
Aqui o seu olhar vai mudar a seu respeito, entendendo que a mulher de hoje não define a mulher de antes.
Acredito que juntas somos mais fortes e que sim a união faz a força, sozinhas estamos desprotegidas e juntas podemos nos proteger e proteger os nossos.
Vamos rugir como uma leoa, para afastar as dores e as trevas que nos rodeiam, vamos falar para o nosso despertar e exaltar a luz que esta ao nosso redor.
Com o meu percurso posso-lhe ensinar novos hábitos e te apoiar no seu processo de um novo despertar, uma nova consciência.
Instagram: @Joanacostapsic
