Embora não seja considerada como um distúrbio alimentar é igualmente
prejudicial ao organismo.
Um dos problemas associados á fome emocional é a ansiedade por comer.
Nestes casos as pessoas veem a comida como recurso para se conseguirem
sentir saciadas, levando-as a comer compulsivamente e a adquirir condutas que colocam em risco a sua saúde.
A comida tem o papel de efeito placebo em que soluciona a situação a curto
prazo de forma a focar a de atenção na situação que gera mal-estar.
O que fazer em relação á fome emocional?
Quando a fome emocional começa a ter dimensão patológica, levando a condutas disfuncionais ( a pessoa começa a comer desmedidamente) o que se pode fazer ?
– ser consciente das sensações corporais discernindo a fome física da fome emocional,
praticando uma alimentação consciente “mind eating”
Martínez, V. faz a distinção entre fome física e a fome emocional:
Fome física
– Ativada através da necessidade fisiológica de forma a que se cubram as necessidades
energéticas do organismo.
– Aparece gradualmente .
– Sensação de saciedade sempre e quando a comida é ingerida de forma suficiente no organismo.
– Satisfação face a qualquer alimento.
Fome emocional
-aparece de forma repentina mesmo quando a pessoa já se sente saciada.
– ativa-se através de um estímulo interno /externo criando impacto emocional.
– obriga a ingestão de um alimento em particular.
Para fazer face a fome emocional aconselha-se trabalhar a gestão emocional de
forma a compreender as emoções e saber como canalizar-las de forma saudável.
” A força de viver não está na comida do dia-a dia, mas sim na esperança de amar.“
13 de janeiro de 2023

Carolina Machado Borges
